A CONTROLADORIA JURÍDICA DEVE SER FUNCIONAL, NÃO COMPLEXA.

Muitos escritórios acreditam que profissionalizar a gestão significa criar pilhas de planilhas, fluxos e relatórios que, na prática, apenas um time altamente treinado consegue manter. A verdade é que a controladoria deve ser pensada para descarregar o advogado das tarefas que ele não precisa executar e não para lhe impor novas camadas de complexidade. Antes de qualquer implementação, é essencial considerar o porte e a realidade operacional do escritório, lembrando que a controladoria existe para acelerar o progresso, e não para travá-lo. Um escritório que pensa no futuro deve, antes de tudo, pensar em estruturar bem sua controladoria jurídica de forma simples, coerente e funcional. Sou Dr. Gabriel Nery, advogado, tenho mais de sete anos de experiência em Controladoria Jurídica, Direito do Trabalho, Consumidor e Previdenciário. Atuo também na consultoria jurídica empresarial e quero ajudar o seu escritório a se estruturar com eficiência e segurança. Em caso de dúvida, consulte um advogado de sua confiança. Acompanhe nosso site: www.gabrielneryadvocacia.com. #ControladoriaJurídica #AdvocaciaNaPrática #VidaDeController #GestãoJurídica #DireitodoTrabalho #previdenciario #DireitodoConsumidor

O PERIGO DAS PEÇAS-MODELO: QUANDO A PADRONIZAÇÃO ENFRAQUECE A ESTRATÉGIA

Desde cedo, aprendi que utilizar modelos de peças era o ideal. E, de fato, quando se trata de ações de massa, envolvendo o mesmo grupo de pessoas ou fatos semelhantes, os modelos são uma ferramenta poderosa de produtividade e coerência argumentativa. O problema surge quando a padronização passa do ponto. Quando o modelo deixa de servir ao caso, e o caso passa a se moldar ao modelo. Entre 2018 e 2025, vivenciei uma verdadeira “guerra” jurídica entre empresas e ex-funcionários. E, nesse período, percebi um fenômeno curioso: as peças pouco mudaram. As contestações se repetiam, as iniciais também. Lembro-me de juízes comentando em audiência: “É aquele mesmo tema.” E, de fato, era. Essa repetição gerava um efeito duplo. Por um lado, dava agilidade às bancas que lidavam com volume elevado. Mas, por outro, tornava previsível o resultado e, pior, o olhar do julgador. Em muitos casos, vi sentenças de inépcia ou procedências automáticas, não pela falta de fundamento, mas pelo cansaço do formato. Não se tratava de peças “relaxadas”, ao contrário, eram tecnicamente sólidas. Mas o retrato da mesmice acabava levando o Judiciário a agir no automático: quem julgava procedente continuava julgando procedente; quem julgava improcedente, igualmente. Essa tendência, hoje, encontra um novo agravante: o uso desenfreado da inteligência artificial na produção de petições e defesas. Ferramentas poderosas, mas mal direcionadas, estão reproduzindo modelos prontos em larga escala, sem o devido refinamento técnico e análise contextual. É um tema que merece atenção e que abordarei com mais profundidade em outro post. Essa experiência me ensinou que padronizar é bom, mecanizar é perigoso. A advocacia exige raciocínio vivo, olhar estratégico e interpretação sensível do caso concreto. E nenhuma planilha, nem mesmo a IA, substitui isso. Sou Dr. Gabriel Nery, advogado, tenho mais de sete anos de experiência em Controladoria Jurídica, Direito do Trabalho, Consumidor e Previdenciário. Atuo também na consultoria jurídica empresarial e quero ajudar o seu escritório a se estruturar com eficiência e segurança. Em caso de dúvida, consulte um advogado de sua confiança. Acompanhe nosso site: www.gabrielneryadvocacia.com. #ControladoriaJurídica #AdvocaciaNaPrática #VidaDeController #GestãoJurídica #DireitodoTrabalho #previdenciario #DireitodoConsumidor

QUANDO A EXPERIÊNCIA LEVA À RUÍNA

Durante a caminhada jurídica, percebi o quanto há operadores do Direito que não valorizam o novo advogado. De fato, se um novo advogado vai pra guerra, deve estar preparado. O problema, ao meu ver, é o fenômeno de subestimar o novo advogado. Vivo isso constantemente. Embora tenha bastante tempo de experiência em escritório jurídico, concluí a faculdade em 2024 e obtive a OAB logo em seguida. Porém, essa vivência prática me deu o conhecimento que muitos advogados só adquirem com o tempo. Assim, é comum eu entrar em audiência e ver a outra parte “crescer” para cima de mim e dos meus clientes. E, acreditem, não ganham. Isso porque cedo, aprendi a jogar o jogo. Afinal, não se ganha no grito, e sim no direito. Sou Dr. Gabriel Nery, advogado, tenho mais de sete anos de experiência em Controladoria Jurídica, Direito do Trabalho, Consumidor e Previdenciário. Atuo também na consultoria jurídica empresarial, e quero ajudar o seu escritório a se estruturar com eficiência e segurança. Em caso de dúvida, consulte um advogado de sua confiança. Acompanhe nosso site: www.gabrielneryadvocacia.com. #ControladoriaJurídica #AdvocaciaNaPrática #VidaDeController #GestãoJurídica #DireitodoTrabalho #previdenciario #DireitodoConsumidor

FUJA DOS PAPÉIS!

Hoje em dia, o poder da nuvem é imenso, e, sinceramente, não faz mais sentido ver escritórios abarrotados de pastas, folhas e arquivos físicos que só acumulam poeira. As plataformas digitais de armazenamento em nuvem permitem que você acesse qualquer documento pelo celular, tablet ou computador, de qualquer lugar do mundo. Além disso, oferecem planos acessíveis, que vão de 15GB a 1TB (ou até mais), tornando possível manter um acervo jurídico completo, seguro e organizado, sem depender de espaço físico. Além da praticidade, há um fator ético e econômico. Cada folha impressa representa um custo oculto como papel, tinta, impressora, manutenção, descarte e, claro, o impacto ambiental da produção. Quando você imprime sem necessidade, está matando árvores, gastando energia e aumentando o custo fixo do seu escritório. A tecnologia já oferece tudo o que precisamos para deixar esse modelo para trás. Hoje, assinaturas digitais e certificações eletrônicas têm validade jurídica plena e são amplamente aceitas. Documentos em PDF substituem pilhas de processos, permitem busca instantânea, compartilhamento seguro e organização inteligente, reduzindo drasticamente o tempo gasto com tarefas manuais. Além disso, você economiza em equipe e estrutura, porque não precisa manter alguém apenas para imprimir, escanear e arquivar papéis. O tempo que antes era consumido pela burocracia agora pode ser investido em estratégia, atendimento e crescimento. A advocacia moderna não se mede pelo tamanho do arquivo físico, mas pela capacidade de gerir informações com eficiência e inteligência. Sou Dr. Gabriel Nery, advogado, tenho mais de sete anos de experiência em Controladoria Jurídica, Direito do Trabalho, Consumidor e Previdenciário. Atuo também na consultoria jurídica empresarial — e quero ajudar o seu escritório a se estruturar com eficiência e segurança. Em caso de dúvida, consulte um advogado de sua confiança. Acompanhe nosso site: www.gabrielneryadvocacia.com. #ControladoriaJurídica #AdvocaciaNaPrática #VidaDeController #GestãoJurídica #DireitodoTrabalho #previdenciario #DireitodoConsumidor

PENSE ANTES DE TODO MUNDO [Direito Previdenciário]

Quando iniciei na área jurídica, sem qualquer pretensão de me tornar advogado, percebi algo que poucos enxergavam: o Direito Previdenciário seria o futuro. Naquele momento, em 2018, o campo era vazio. Poucos advogavam contra o INSS, e muitos riam de quem tentava. Dizia-se que “não dava dinheiro”, que era “muito trabalho para pouco resultado”. Mas, para mim, era simples: todo mundo um dia vai se aposentar. De fato, nem todos serão presos, nem todos entrarão com ação trabalhista, cível ou consumista, mas todos terão uma relação com a Previdência. Comentei isso com uma advogada que tratava o ramo como “fraco”, mas me ouviu, refletiu e decidiu se especializar na área. Pouco tempo depois, em 2019, veio a Reforma da Previdência. E então… bum! O Direito Previdenciário explodiu. Hoje, vemos inúmeros profissionais atuando no segmento, não pela reforma em si, mas porque ela deu a visibilidade que o ramo sempre mereceu. O tempo mostrou que o óbvio, quando percebido cedo, é estratégia e quando percebido tarde, é oportunidade perdida. Agora, já como advogado, confirmo a previsão que tive ainda como calouro. Mais que isso, vejo que o Direito Previdenciário continua sendo um terreno fértil, ainda há muito a explorar e inúmeras oportunidades para quem se dedica com técnica e sensibilidade. Mas esse é um tema que merece ser tratado com mais profundidade e falarei sobre isso em outro post. Sou Dr. Gabriel Nery, advogado, tenho mais de sete anos de experiência em Controladoria Jurídica, atuando com foco no Direito do Trabalho, Consumidor e Previdenciário. Atuo também na consultoria jurídica empresarial e quero ajudar o seu escritório a se estruturar com eficiência e segurança. #ControladoriaJurídica #AdvocaciaNaPrática #VidaDeController #GestãoJurídica #DireitodoTrabalho #DireitoPrevidenciario #DireitodoConsumidor

NUNCA FOI TÃO PREOCUPANTE O MEDO DA INVALIDEZ (NÃO ACIDENTÁRIA) DE UM PAI DE FAMÍLIA [Direito Previdenciário]

O Supremo Tribunal Federal está diante de um julgamento que ultrapassa os limites da técnica jurídica: aquele que discute o cálculo da aposentadoria por incapacidade permanente, após a Reforma da Previdência (EC 103/2019). Pela nova regra, quem se torna incapaz para o trabalho por motivo não acidentário recebe apenas 60% da média de todas as contribuições, com acréscimo de 2% ao ano que exceder 15 anos (mulheres) ou 20 (homens). Em outras palavras, quanto mais vulnerável o segurado, menor o amparo. E aqui está o ponto mais grave: um trabalhador que perde definitivamente sua capacidade de sustentar a família pode receber menos do que recebia enquanto estava apenas afastado — já que o auxílio-doença, benefício temporário, pode ter valor superior. Portanto, é correto afirmar: nunca um provedor de família precisou temer tanto a possibilidade de uma invalidez não acidentária. Como já disse em outra oportunidade, esse tema foi o objeto da minha tese de TCC. E continuo entendendo que o Judiciário poderia corrigir o erro cometido pelo Legislativo, que reduziu de forma significativa o valor da RMI em benefícios essenciais — como ocorreu também com a pensão por morte. A bem da verdade, sabemos que os poderes não devem se cruzar, mas também sabemos que, na prática, há zonas de interferência. Ainda assim, este caso exige mais que técnica: exige sensibilidade. Agora, em pauta no STF, há quem defenda a constitucionalidade — como o ministro Luís Roberto Barroso — sob o argumento de que o Congresso, ao aprovar a emenda, agiu dentro de sua competência e buscou equilíbrio atuarial. Porém, humildemente, entendo como o ministro Flávio Dino, ao afirmar que o cálculo desfavorável viola a dignidade da pessoa humana, a irredutibilidade dos benefícios e o princípio da isonomia. Para mim, é simples: quando o cálculo ignora a dignidade, o número perde a legitimidade. E é importante lembrar: estamos falando de um benefício cuja concessão, por si só, já é um desafio. Os pedidos de aposentadoria por incapacidade permanente enfrentam longos trâmites administrativos, perícias morosas e negativas recorrentes, muitas vezes forçando o segurado a buscar amparo na Justiça Federal, em anos de luta até a efetiva concessão do direito. E, quando finalmente alcançado, o benefício ainda se vê reduzido por cálculos desfavoráveis — um verdadeiro descompasso diante do esforço daquele que, ao longo de toda uma vida laboral, cumpriu fielmente o dever de contribuir para a Previdência Social. Como advogado, penso que quando a lei deixa de proteger o vulnerável, ela deixa de cumprir sua razão de existir. Sou Dr. Gabriel Nery, advogado, tenho mais de sete anos de experiência em Controladoria Jurídica, Direito do Trabalho, Consumidor e Previdenciário. #ControladoriaJurídica #AdvocaciaNaPrática #VidaDeController #GestãoJurídica #DireitodoTrabalho #previdenciario #DireitodoConsumidor

O CONSELHO QUE DOEU OS MEUS OUVIDOS

Certa vez, ouvi de um advogado algo que, confesso, doeu os meus ouvidos: “Não contestei no prazo… mas contestei.” Disse isso com naturalidade, quase como quem se orgulha de ter “feito a sua parte”. Mas o que há, de fato, nesse tipo de atitude é a negação da responsabilidade profissional. Na advocacia, até as pedras sabem que, contestar fora do prazo é o mesmo que não contestar. É como querer apagar um incêndio depois que a casa já virou cinzas. E o pior é perceber que, por trás dessa conduta, há quem aja como se nada tivesse acontecido — sem o menor respeito pelo cliente, pela causa ou pelo ofício. Perder prazo é grave, principalmente quando se trata da apresentação de defesa. Mas fingir que nada aconteceu é ainda mais.. É tratar o processo como um protocolo vazio, o cliente como alguém que não merece transparência, e o próprio título de advogado como um mero rótulo — e não como um compromisso ético com a Justiça. Porque, no fim, agir assim não é apenas uma falha profissional, é uma violação contra o próprio sentido de ser advogado. A advocacia exige coragem para assumir falhas e maturidade para evitá-las. Porque o erro pode até ser humano, mas a omissão deliberada é escolha — e essa, sim, é imperdoável. Sou Dr. Gabriel Nery, advogado, tenho mais de sete anos de experiência em Controladoria Jurídica, Direito do Trabalho, Consumidor e Previdenciário. hashtag#ControladoriaJurídica hashtag#AdvocaciaNaPrática hashtag#VidaDeController hashtag#GestãoJurídica hashtag#DireitodoTrabalho hashtag#previdenciario hashtag#DireitodoConsumidor

QUANDO A COMPLEXIDADE TRAVA O FLUXO

A controladoria jurídica é, sem dúvida, uma chave de virada para qualquer escritório. Entendo que, se o propósito é ser mais do que um “escritório”, é indispensável pensar em estabelecer uma controladoria sólida e funcional. O escritório, naturalmente, deve olhar para o futuro — mas é preciso cautela na escolha de quem conduzirá essa transformação. Em determinado momento, contratamos uma excelente controller jurídica, com passagem por uma grande banca. Naturalmente, ela se deparou com uma controladoria mais simples, o que a motivou a promover uma reforma profunda. O que parecia um avanço, contudo, revelou-se um obstáculo. A estrutura, antes leve e fluida, passou a exigir etapas e validações excessivas. O que era simples, tornou-se complexo. O que era produtivo, tornou-se moroso. Os fluxos travaram, a equipe se desorganizou e, em pouco tempo, o modelo colapsou. Ao final, a controller deixou o escritório — e o que antes era funcional passou a demandar energia desproporcional apenas para se manter. Essa experiência deixou uma lição clara: A eficiência da controladoria jurídica não está na quantidade de controles, mas na coerência entre o sistema e a identidade do escritório. Processos bem desenhados geram ritmo, segurança e previsibilidade; já os complexos sufocam a produtividade e corroem o desempenho coletivo. Sou Dr. Gabriel Nery, advogado, tenho mais de sete anos de experiência em Controladoria Jurídica, Direito do Trabalho, Consumidor e Previdenciário.

NÃO PRECISA PAGAR NINGUÉM PARA PEDIR BENEFÍCIO DO INSS, SERÁ MESMO? [Direito Previdenciário]

Recentemente, o próprio INSS publicou em suas redes que “não é preciso pagar ninguém para pedir benefício previdenciário.” De fato, não precisa. Mas, ouso dizer: é indispensável. Isso porque, na prática, o que mais se vê são benefícios concedidos com valores abaixo do devido, espécies incorretas e pedidos administrativos extintos por falta de documentos que o segurado, muitas vezes, nem sabia que eram necessários. Além disso, há benefícios, especialmente os relacionados a doenças incapacitantes, que só são reconhecidos na Justiça, depois de anos de luta e negativas administrativas indevidas. Por isso, não se trata de “pagar alguém”, mas de garantir o justo. Soma-se a isso o quase sempre precário atendimento, seja presencialmente, seja pelo número 135, onde segurados e advogados precisam enfrentar situações no mínimo constrangedoras. De fato, o próprio aplicativo Meu INSS é alvo constante de críticas, seja por instabilidade, seja pela falta de interatividade real com o usuário. Diante disso, é inevitável questionar: qual seria a real intenção da Autarquia ao publicar uma mensagem que, na prática, desestimula a assistência jurídica e contraria o exercício legítimo da advocacia, que existe justamente para defender o direito das pessoas? Não à toa, a publicação gerou reação imediata entre advogados em todo o país. O advogado previdenciarista é o profissional que conhece o caminho, domina a técnica e entende os riscos, garantindo que o segurado receba exatamente o que lhe é de direito. Mais que isso: quem atua na área sabe o quão importante é a concessão do melhor benefício possível, afinal, na vida real, ele define se uma família terá sustento, tratamento e dignidade. Sou Dr. Gabriel Nery, advogado, especialista em Controladoria Jurídica, Direito do Trabalho, Consumidor e Previdenciário. hashtag#ControladoriaJurídica hashtag#AdvocaciaNaPrática hashtag#VidaDeController hashtag#GestãoJurídica hashtag#DireitodoTrabalho hashtag#previdenciario hashtag#DireitodoConsumidor

QUANDO O TRÁFEGO PAGO COMEÇA A DITAR O DIREITO

A internet transformou a advocacia — e isso é inegável. Mas, junto com a visibilidade, surgiu um fenômeno preocupante: o Direito começou a ser moldado por algoritmos. Hoje, basta uma rápida rolagem nas redes sociais para encontrar uma enxurrada de conteúdos sobre rescisão indireta, BPC e salário-maternidade, por exemplo. Temas relevantes, sem dúvida — mas repetidos à exaustão, impulsionados por anúncios e estratégias de tráfego pago. Não há nada de errado em divulgar conhecimento jurídico. O problema é quando o mercado se fecha em bolhas de visibilidade, fazendo com que áreas de maior complexidade e rentabilidade passem despercebidas, simplesmente porque não “viralizam” tão bem. Mais do que isso, limitar-se a um único nicho pode fazer o advogado perder mais do que ganhar — e sim, estamos falando de honorários. Posso dar um exemplo: é comum ver postagens exaltando o êxito em ações de BPC, benefício cujo valor máximo é de um salário mínimo, e que pode perdurar por meses ou até por toda a vida — sem, contudo, representar previsibilidade ou grande retorno financeiro. Por outro lado, raramente se vêem publicações sobre revisão de benefícios, que podem gerar diferenças mensais superiores ao salário mínimo. Eu mesmo já fiz e vi casos com valores mensais acima de dois mil reais e retroativos que ultrapassam duzentos mil reais. Sim, exige maior domínio técnico e dedicação, mas um único caso bem estruturado pode render mais do que dez ações de BPC. O que se vê, infelizmente, é uma advocacia cada vez mais voltada ao que é popular, e menos ao que é estratégico, resumindo-se a temas que apenas se tornam virais. Na Justiça do Trabalho — área em que atuo com frequência —, o cenário é ainda mais preocupante. É comum encontrar petições iniciais baseadas em alegações frágeis, reproduzidas quase como fórmulas, sem o devido cuidado em verificar se há, de fato, uma violação jurídica real. Uma advocacia mais direcionada e menos marqueteira enxergaria melhor o que realmente importa — e, muitas vezes, o melhor resultado é não ajuizar. Porque o tempo gasto em uma demanda infundada é o mesmo tempo que poderia ser investido naquela que realmente tem fundamento e mérito. Ora, não é preciso muito para compreender que trabalhar mais nem sempre significa trabalhar melhor. Mas quem aprende a trabalhar com estratégia, extrai resultados maiores, com menos dispersão e mais propósito.   Sou Dr. Gabriel Nery, advogado, especialista em Controladoria Jurídica, Direito do Trabalho, Consumidor e Previdenciário. Atuo também na consultoria jurídica empresarial — e quero ajudar o seu escritório a se estruturar com eficiência e segurança.   #ControladoriaJurídica #AdvocaciaNaPrática #VidaDeController #GestãoJurídica #DireitodoTrabalho #previdenciario #DireitodoConsumidor  

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