Muitas pessoas acabam tendo o pedido de aposentadoria negado ou adiado por falhas simples, mas que poderiam ser evitadas.
Esses erros costumam aparecer no momento da análise do INSS, que verifica todo o histórico de trabalho e contribuições do segurado.
Um dos problemas mais comuns é o CNIS incompleto ou com dados incorretos.
O CNIS é o cadastro que reúne todas as contribuições feitas ao INSS. Se existir vínculo sem data de saída, salários divergentes ou contribuições faltando, o tempo total pode diminuir e isso afeta diretamente o cálculo do benefício.
Outro erro frequente é não guardar documentos que comprovem atividades especiais ou períodos de trabalho informal.
O tempo especial, que envolve exposição a agentes nocivos, só é reconhecido quando há prova, como formulários de ambiente de trabalho. Sem esses documentos, o segurado pode perder anos de contribuição.
Também é comum deixar de revisar o histórico antes de solicitar o benefício.
Quando o pedido é feito sem conferência prévia, aumentam as chances de negativa e de atrasos, pois o segurado terá de apresentar documentos adicionais depois.
Em alguns casos, contribuições feitas acima do teto não são devolvidas automaticamente, o que exige pedido específico.
Quem não conhece essa possibilidade pode acabar pagando valores indevidos ao longo dos anos.
Por fim, muitos segurados pedem a aposentadoria antes de completar os requisitos, acreditando estar aptos.
Isso gera indeferimento e aumenta a espera, já que o processo só avança quando todas as exigências são cumpridas.
Evitar esses erros é fundamental para garantir segurança e agilidade na concessão do benefício.
Em caso de dúvida, consulte um advogado de sua confiança.
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